SEO tecnico para sites headless: o que muda sem servidor a renderizar

Sitemap, meta tags e dados estruturados precisam de outro dono quando o WordPress deixa de servir HTML directamente.

  • SEO
  • Alisson Machado
  • 1 min de leitura

Quem fica com o SEO quando o WordPress nao serve paginas

Num site classico, plugins de SEO escrevem a tag directamente no HTML que o WordPress entrega. Num headless, essa tag tem de viajar como dado.

Isso obriga a decidir, campo a campo, o que atravessa o GraphQL: titulo, descricao, imagem social e canonical deixam de ser automaticos e passam a ser contrato.

O endereco e uma promessa

Cada URL publicado passa a existir em favoritos, em emails e em ligacoes de terceiros que ninguem controla. Muda-lo e barato para quem o muda e caro para toda a gente do outro lado.

Por isso a estrutura decide-se antes do primeiro artigo, e nao depois do primeiro problema. Um redireccionamento resolve o erro mas nunca devolve o que se perdeu pelo caminho.

A pergunta util e: daqui a tres anos, este endereco ainda descreve o que esta nesta pagina?

O que muda sem servidor a compor HTML

Num site classico, os plugins escrevem as etiquetas directamente no HTML que o WordPress entrega. Num headless essa etiqueta tem de viajar como dado, campo a campo, e deixa de ser automatica.

Isso obriga a decidir explicitamente o que atravessa a fronteira: titulo, descricao, imagem social, canonico. E mais trabalho a montar e muito menos surpresa a seguir.

O sinal de que ficou bem montado e nao ter de pensar nisto ao publicar.

Medir o que se pode mudar

Posicoes medias e impressoes sobem e descem por razoes que ninguem controla. Sao contexto, nao objectivo.

O que se acompanha sao as paginas que respondem a uma intencao concreta, e o que acontece quando se lhes mexe. Uma pagina de cada vez, com data da alteracao escrita.

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